
Situação perigosa sobre duas rodas
Ao comprar uma moto, uma pessoa a faz por dois motivos, lazer ou necessidade diária. Um amigo, que não vejo há um bom tempo, costumava dizer que “quanto mais tempo se passa em cima de uma moto, maior a probabilidade de você conhecer de perto o asfalto”.
Sempre discordei disso mas é fato que quem compra uma moto para o dia a dia, esta pesando em economia e em tempo. Porém ao pensar nesse último ponto, o tempo, o motocilcista assume riscos que nem sempre são “controláveis”.
Por mais que um motociclista fique atento a tudo que acontece no trânsito, isso não é garantia que não sofrerá um acidente. Infelizmente sua segurança não depende apenas dele. Ao conduzir uma moto no trânsito, como o que encontro na cidade de São Paulo todo dia, há diversas armadilhas ao longo do trajeto.
Já é de praxe achar que o motociclista está sempre errado, o que não é correto, um enorme número de carros me colocam em situações de risco ao trocarem de faixa sem dar o devido sinal com a seta ou então pela desatenção do motorista que está ouvindo música ou ao celular.
Mas que dá para tentar minimizar esse fator de risco, isso dá. Pequenas atitudes como não andar em alta velocidade no corredor de carros, evitar ficar olhando para o retrovisor quando está no trânsito (quase bati a moto em carros que estavam freando por conta disso) ou simplesmente não dirigir na chuva como se faz em pista seca, já são boas dicas.
E, óbvio, que não é apenas no trânsito das cidades que você corre o risco de acidentes. Às vezes em uma estrada vazia, uma mancha de óleo, um pouco de areia ou uma pequena pedra, podem deixar você bem machucado.
O vídeo abaixo foi produzido para uma campanha que visa sensibilizar o motociclista justamente sobre os riscos que ele corre rotineiramente. Vale a pena assistir e se conscientizar que mesmo que você esteja atrasado, é melhor chegar tarde do que não chegar.
Via Moto22 e Motorpásion Brasil







