Data: 10 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, SuperBike Series | Sem Comentários »

Desde a última conturbada eleição da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) em agosto de 2007, quando a entidade mudou de mãos, é cada vez mais comum ouvir nos boxes e paddocks reclamações sobre a nova administração. Agora, a má situação do motociclismo nacional, que nos últimos dois anos perdeu mais da metade de sua receita total, começa a ganhar destaque cada vez maior na mídia.
Em entrevista gravada e exibida ontem no programa Limite, da ESPN Brasil, o ex-piloto da Moto GP Alex Barros e especialistas, debateram sobre a atual situação do motociclismo brasileiro.
Para o maior ídolo brasileiro da motovelocidade nacional “o motociclismo está carente. Tenho 21 anos de carreira profissional, com tantos Moto GPs que já tiveram aqui, acho que o esporte era pra estar em outra dimensão. Ano passado o motociclismo teve uma caída muito grande em todos os aspectos: estrutura, organização, eventos”.
O ídolo concluiu ainda dizendo que “Os dirigentes das federações e da confederação não fizeram o trabalho que tem que ser feito. Não fizeram o trabalho na organização, nos projetos tanto no nacional quanto nos regionais”.
Já para o comentarista especializado Flavio Gomes “o motociclismo morreu, acabou. Por conta única e exclusiva dos dirigentes. Em geral os dirigentes esportivos brasileiros são uma porcaria. Não tem lugar no mundo onde se vende mais motocicletas que no Brasil e todas as montadoras sabem disso”.
Os especialistas do programa de TV ainda sugeriram que com tanta marca de moto no Brasil, os dirigentes deveriam sentar com as montadoras, inclusive as chinesas, e propor um campeonato barato voltado para revelação de novos talentos.
No ano passado, o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade foi considerado pelos pilotos como o mais fraco dos últimos anos. Devido ao baixo nível de organização da competição e a falta de mídia.
“Temos que ser muito gratos a iniciativas como esta, do SBK Series. A motovelocidade no Brasil estava acabando. Desde que esta atual gestão assumiu, há dois anos, o nível do campeonato caiu muito, muita gente deixou de competir e, mesmo quem ainda participava, estava desanimado e disposto a parar”, comentou Alecsandre “Doca” Brieda, que tem seis títulos brasileiros no currículo, se referindo ao SBK Series, evento que, de forma inédita, está sendo organizado pela iniciativa privada.
Eu sinceramente acho que as coisas estão mudando sim, hoje mesmo fiz um post no Motorpasión Brasil, onde relato a 1ª etapa da SuperBike Series. Mesmo com todos esses problemas, há 130 pilotos inscritos para correr neste ano. Sendo que 40 deles só na categoria SBK.
O mundo, comercial, das duas rodas tem tido um crescimento absurdo nos últimos anos aqui no Brasil, e isso vai alavancar qualquer coisa que tenha a ver com motos, inclusive as competições. A iniciativa privada organizou o SBK Series e acredito que seja apenas a ponta do iceberg.
Clique aqui e confira um trecho da reportagem.
Via Yes Sports
Data: 9 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, MotoGP | Sem Comentários »
Como havia sido divulgado no ano passado, a partir de 2012 a MotoGP terá a entrada das motos de 1.000 cc. Nos recentes testes realizados pelas equipes de MotoGP em Sepang, os dirigentes sentaram para definir as regras para que essa mudança aconteça.
O aumento de cilindrada é visto com bons olhos, principalmente por pilotos e adeptos da modalidade. Desde que foram introduzidas as 800 cc, as críticas não pararam, na grande maioria das vezes devido à monotonia que estas motos vieram trazer para as corridas de MotoGP, em comparação com as antigas 990 cc.
De acordo com Hervé Poncharal, diretor da equipe Yamaha Monster Tech3 e presidente da IRTA – Associação das Equipes de Competição – as regras ainda não foram decididas pois é necessário analisar os custos, e os fabricantes têm de decidir o que vão fazer tendo em conta as várias possibilidades que as regras conhecidas até ao momento oferecem, tendo dado o exemplo da sua própria equipe, a Tech3.
Segundo disse Hervé: “Talvez a Yamaha continue com a moto de 800 cc por mais um ou dois anos? Ou talvez eles queiram alugar-nos a moto, enquanto eles correm com a 1000 cc? Ou talvez eles queiram que nós os ajudemos a desenvolver a 1000 cc desde o início? Ainda não sei. Vou estudar com a Yamaha porque as regras dizem até 1000 cc, com quatro cilindros. Portanto existe a possibilidade de participar com uma moto de menor cilindrada. Por isso parece que existe a possibilidade para os fabricantes – se eles o quiserem – de continuar a utilizar a moto de 800 cc. Não digo que é o que vai acontecer. Digo que existe essa possibilidade. Vai ser uma questão de custos.”
Ainda de acordo com Poncharal as regras devem ficar totalmente definidas e conhecidas antes da primeira corrida em abril. Todos querem que as regras sejam válidas e fixas por cinco anos, mas com um certa flexibilidade para o caso de alguma coisa acontecer.
Corridas com motos de cilindradas diferentes competindo entre si, não são novidade no Mundial de Velocidade. As 500 cc (de 2 tempos) já estiveram na pista ao mesmo tempo que as 990 cc (4 tempos) e, para esta temporada, havia a possibilidade de participar na nova categoria Moto2, com motos de 250 cc (2 tempos), ou com as novas motos de 600 cc (4 tempos). Todas as equipes optaram pelas 600 cc, e as 250 cc chegaram mesmo ao fim da sua vida na competição.
Via Motociclismo.pt
Data: 3 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, Notícias | Sem Comentários »

A equipe da Astra Médica será a responsável pelo atendimento médico especializado aos competidores nas provas do SuperBike, que começa no dia 07 de fevereiro em Interlagos (SP), em evento que vale para o SuperBike Series.
Com um projeto inédito, a elaboração do ambulatório foi realizada pelo médico Dr. Alexandre Ferreira, especialista em ortopedia e traumatologia que, por dezesseis anos, trabalhou em eventos do motociclismo nacional. A equipe foi pioneira no Brasil no planejamento de apoio e atendimento médico em eventos esportivos de alto risco.
O ambulatório terá atendimento UTI completo, que contará com monitores, equipamentos para pequenas cirurgias, dentre outros equipamentos. Desde o início dos planejamentos para a realização do SuperBike Series, a preocupação com a segurança dos pilotos foi uma das prioridades. O ambulatório já está pronto e, durante as provas, a equipe da Astra Médica disponibilizará dois médicos para as eventualidades.
Via Gazeta Esportiva
Data: 2 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, Rali / Enduro | Sem Comentários »

Depois de não ter completado o Rally Dakar 2010, que aconteceu entre os dias 1º e 17 de janeiro, na Argentina e no Chile, o piloto Tiago Fantozzi já está se planejando para a edição 2011 do maior rali do mundo. Para tanto, o brasileiro tem um projeto grande: criar uma equipe própria para ter mais apoio durante a competição.
O projeto é montar uma equipe semelhante ao que ele já faz no Dakar e nos Sertões, com a diferença que será algo específico para motos, com dois ou três pilotos de ponta que tenham uma mesma sintonia. A ideia é fazer um trabalho como o dos pilotos europeus: levar uma estrutura na qual, caso você tenha um problema, o segundo piloto da equipe irá fornecer as peças para você continuar a prova.
Mesmo correndo para tornar viável a nova equipe, o brasileiro confessou que o trabalho leva tempo e que sua ideia é dar uma segurança a mais aos pilotos.
Para 2010, Tiago deverá participar tanto do Campeonato Brasileiro quanto do Rally dos Sertões. Segundo ele, correr essas competições servirá como preparação para o Dakar do próximo ano.
Via Assessoria de Imprensa – Dakar 2010
Data: 19 junho, 2009 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, Motos elétricas | Sem Comentários »

A Motoczysz E1pc é uma moto elétrica de competição e sua primeira corrida está marcada para a próxima sexta, dia 12, na Grã-Bretanha.
A E1pc pesa 195kg, 125kg deles são apenas de baterias de íons e lítio, o quadro é feito de fibra de carbono e alumínio.
O motor gera 115 cavalos de potência e chega a velocidade máxima de 241km/h, se o câmbio de marcha única for trocado por um de marchas múltiplas pode superar os 280km/h.
O mais interessante dessa moto ecologicamente correta, é o iPhone, instalado no centro do guidão, que funciona como o painel da moto.



Via Motorblog
Data: 8 maio, 2009 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, Honda | Sem Comentários »

O início de tudo foi em 1959 na tradicional Tourist Trophy, conhecida como TT, disputada na Ilha de Man, Grã-Bretanha.

1ª equipe Honda Racing
VIa Motonline