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	<title>Duas Rodas &#187; História das Marcas</title>
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	<description>Um blog sobre motos</description>
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		<title>História da marca Triumph e seu logotipo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é qualquer fabricante de motocicletas que pode ostentar, apesar de sete anos de interrupção, mais de um século de história. Produzindo motocicletas sofisticadas que aliam o elegante design à tecnologia de ponta, a britânica TRIUMPH possuí um mix de produtos bastante diversificado que atende a todos os fãs das motocicletas top de linha, que<a href="http://duasrodas.blog.br/2010/01/12/historia-da-marca-triumph-e-seu-logotipo/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/logo-triumph.jpg" alt="" title="logo-triumph" width="250" height="73" class="aligncenter size-full wp-image-1623" /></p>
<p>Não é qualquer fabricante de motocicletas que pode ostentar, apesar de sete anos de interrupção, mais de um século de história. Produzindo motocicletas sofisticadas que aliam o elegante design à tecnologia de ponta, a britânica TRIUMPH possuí um mix de produtos bastante diversificado que atende a todos os fãs das motocicletas top de linha, que exigem status, performance, conforto e elegância.</p>
<p><strong>A história</strong><br />
A tradicional TRIUMPH foi fundada pelos alemães Siegfried Bettmann e Maurice Schulte em 1886 na cidade de Coventry na Inglaterra com o nome de Triumph Cycle Company. O empresário, que até então comercializava máquinas de costura, ficou impressionado com o aumento da frota de bicicletas naquele país e resolveu entrar no novo negócio. Bettmann deu o nome de TRIUMPH às bicicletas que vendia, por ser um nome de fácil assimilação em toda a Europa. Somente em 1902, com a evolução da tecnologia, começou a produção de motocicletas. Esses modelos eram primitivos para os padrões de hoje: o veículo de duas rodas nada mais era que uma bicicleta com estrutura reforçada, equipada com um motor de combustão interna do fabricante belga Minerva, com 2,25 hp de potência, que ficava alocado na parte dianteira do quadro. Somente três anos depois a TRIUMPH iniciou a fabricação de seus próprios motores. Em 1907 a marca já produzia mil unidades por ano.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-1.jpg" alt="" title="triumph 1" width="290" height="218" class="aligncenter size-full wp-image-1624" /></p>
<p>A marca ganhou popularidade rapidamente por um motivo: em pleno Fordismo, enquanto os engenheiros de outros fabricantes se preocupavam com a produção em larga escala, Mauritz Schulte, que era responsável pela engenharia da marca, procurava aprimorar e desenvolver novos mecanismos para as motocicletas. Essa política, em poucos anos, possibilitou o lançamento de outros modelos de excelente qualidade e tecnologias modernas para a época, como a partida a pedal. Durante a 1ª Guerra Mundial, o governo da Inglaterra designou à Triumph a missão de equipar o exército britânico e as forças Aliadas. Cerca de 30.000 motocicletas da marca foram utilizadas para levar os soldados ao fronte de batalha. Devido à Grande Depressão, os anos 20 foram muito difíceis para a TRIUMPH. Por esse motivo, a marca começou a produzir motocicletas “populares”, como a Modelo P, que tinha 494 cilindradas e custava apenas 42 libras. Foram comercializadas 20 mil unidades desse modelo. Nesse período de sua história, a TRIUMPH passou a fabricar até mesmo automóveis, o que dividiu a empresa em Triumph Motor Co. (automóveis) e Triumph Cycle Co. (duas rodas) na década de 30.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-3.jpg" alt="" title="triumph 3" width="290" height="221" class="aligncenter size-full wp-image-1625" /></p>
<p>Em 1937, sob o comando de Jack Sangster, a divisão de motocicletas lançou um modelo que se tornaria um ícone anos depois: a Speed Twin, conhecida também como Tiger 100. Esta motocicleta atingia 160 km/h, fato que a Honda, por exemplo, só iria conseguir em 1969, com a CB 750. Durante a Segunda Guerra Mundial, mais uma vez, o governo britânico requisitou praticamente todas as motocicletas fabricadas pela marca e, apesar da fábrica de Coventry, ter sido destruída nos bombardeios nazistas de 1941, a produção manteve-se durante a guerra, primeiro em instalações temporárias em Warwick, e posteriormente na nova fábrica em Meriden, cidade localizada no centro da Inglaterra. Os anos 40 também marcaram a entrada da TRIUMPH nos Estados Unidos, algo que ocorreu após os norte-americanos terem se impressionado com o desempenho da Speed Twin (T100). Embora bem recebidas por europeus e americanos, as motocicletas TRIUMPH só ganharam fama em 1953, quando o modelo Thunderbird (lançado em 1950), de dois cilindros, foi pilotado por Marlon Brando no filme O Selvagem. Outros dois filmes imortalizaram a marca: Fugindo do Inferno (1963) com Steve McQueen Missão Impossível 2 (2000) com Tom Cruise.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-4.jpg" alt="" title="triumph 4" width="300" height="209" class="aligncenter size-full wp-image-1626" /></p>
<p>Durante a década de 50, a Inglaterra dominou o mercado mundial de motocicletas com diversos modelos famosos, entre eles o Triumph Bonneville (introduzido em 1959). Este modelo se tornou um ícone da marca britânica. A história deste mítico modelo começou em 1954, quando o piloto Johnny Allen bateu o recorde de velocidade em uma motocicleta. A bordo do protótipo de uma T110, de 649 cilindradas, ele atingiu 343 km/h na pista de Bonneville Salt Flats. Cinco anos mais tarde, a TRIUMPH adiciona um carburador duplo à T110 e realiza um ajuste fino no motor. Nascia desta maneira a mais famosa motocicleta da marca de todos os tempos, a T 120, que foi batizada de Bonneville, em comemoração ao feito de Allen.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-5.jpg" alt="" title="triumph 5" width="320" height="172" class="aligncenter size-full wp-image-1627" /></p>
<p>Em 1969, a TRIUMPH atingiu o pico máximo de produção, com cerca de 46.800 unidades por ano. Na década de 70, assim como outras marcas britânicas como Norton, BSA e AJS, passou a sofrer forte concorrência das japonesas, levando-a a encerrar suas atividades em 1983. Sete anos depois, no Salão de Birmingham, o orgulho inglês era recuperado com o retorno da marca. John Bloor, empresário do ramo imobiliário, havia assumido a empresa e relançava a marca TRIUMPH. Nada de manchas de óleo na garagem: as novas motos eram tão belas, modernas, eficientes e confiáveis quanto uma boa japonesa. Ao ressurgir, a marca começou pelos modelos Trident, Trophy e Daytona, de 750 a 1.200 cm3, que utilizavam o mesmo quadro e motores modulares. Eram medidas de contenção de custos aceitáveis para uma marca que recomeçava do zero. Em 1997 eram introduzidas a Daytona (cujo nome é uma alusão às “24 Horas de Daytona”, uma das mais tradicionais e disputadas provas do automobilismo mundial, que ocorre anualmente nos Estados Unidos) e a Speed Triple, que indicavam a decisão da TRIUMPH de concorrer com os nipônicos no território das superesportivas.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-6.jpg" alt="" title="triumph 6" width="340" height="184" class="aligncenter size-full wp-image-1628" /></p>
<p>Em 2001 um novo passo foi dado com o lançamento da Bonneville America, equipada com um motor bi-cilíndrico de 800 cm3, destinada ao concorrido mercado americano. Depois de passar décadas praticamente no ostracismo, nos últimos anos a Triumph mudou radicalmente. Apresentando uma série de produtos tecnicamente avançados nos últimos anos, os ingleses conseguiram rivalizar com as principais concorrentes em todas as categorias que atuam. O melhor exemplo disso é a Daytona 675, que venceu diversos comparativos mundo afora contra as (até então imbatíveis) japonesas.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-7.jpg" alt="" title="triumph 7" width="230" height="245" class="aligncenter size-full wp-image-1629" /></p>
<p>Com as publicações especializadas mostrando as qualidades dinâmicas e as revendas oferecendo atrativos econômicos, os clientes se interessaram e as vendas começaram a crescer. Um dos modelos desta “nova geração” Triumph é a Tiger 1050. Esta maxitrail também aderiu de vez à “nova” tendência do segmento, isto é, praticamente renunciou a qualquer aptidão off-road para focar-se, unicamente, em uma utilização 100% on-road. Se isso pode desagradar aqueles que não abrem mão de incluir trechos de terra nos seus passeios, quem utiliza a moto apenas no asfalto (por sinal, a maioria) não tem motivos para reclamar.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-8.jpg" alt="" title="triumph 8" width="320" height="185" class="aligncenter size-full wp-image-1630" /></p>
<p><strong>A linha do tempo</strong><br />
<strong>1997</strong><br />
• Lançamento da SPEED TRIPLE, versão da DAYTONA sem carenagem e com guidão mais elevado, marcando o ingresso da TRIUMPH no segmento de superesportivas.</p>
<p><strong>1998</strong><br />
• Lançamento da SPRINT ST, modelo que definitivamente colocou a marca na rota da curiosidade (e das preferências) dos Sport-touring (motos com motores potentes, mas com uma posição de pilotagem mais confortável).</p>
<p><strong>1999</strong><br />
• Lançamento da DAYTONA 955i, uma superesportiva diferenciada, de alto desempenho, que permitia ao seu piloto usufruir 100% da sua potência, ao contrário de algumas outras motos da sua categoria. Uma das características mais destacadas do modelo, que garante ao seu piloto conforto e equilíbrio na condução, é a curva linear de torque do motor, que lhe proporciona um desempenho excepcional em baixas e altas rotações. Esta versatilidade é fruto da tecnologia empregada em seu motor, com três cilindros, uma exclusividade da marca TRIUMPH em relação às demais superesportivas disponíveis em todo o mundo.</p>
<p><strong>2000</strong><br />
• Reintrodução do modelo BONNEVILLE, depois de 15 anos de ausência em sua linha de produtos.</p>
<p><strong>2001</strong><br />
• Introdução em comemoração ao centenário da marca do modelo BONNEVILLE AMERICA, que em 2003 passaria a ser chamada apenas de AMERICA. O modelo, com motor bi-cilíndrico de 800 cm3, era destinado ao concorrido mercado americano.</p>
<p><strong>2003</strong><br />
• Lançamento da ROCK III, uma enorme motocicleta equipada com motor 2.3 (equivalente à capacidade volumétrica de mais de dois carros populares), que fornecia 140 cv a 5.750 rpm, e 362 kg de peso a seco. O modelo assombrou o mundo pelo tamanho, que indicava uma utilização longe dos centros urbanos, onde fatalmente ficaria encalhada no trânsito, como um navio de rodas. Por outro lado, estaria totalmente à vontade nas estradas. Curiosamente, a Rocket III, que atraiu compradores como o ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher, chegou sem pára-brisa e bolsas laterais para viagens, cacoetes próprios das estradeiras, que tinham que ser instalados como opcionais.</p>
<p><strong>2003</strong><br />
• Lançamento da THRUXTON 900, motocicleta de linhas retro com tecnologia atual e comportamento esportivo, além de ser uma legítima representante do segmento batizado de “café racer”. Trata-se de um termo adotado nos anos 60 para classificar os modelos com performance superior, muitas vezes com alterações no motor e no visual feitas pelos próprios donos. É que, naquela época, era comum ver turmas reunidas em frente aos cafés das grandes cidades da Inglaterra, para um bate-papo. Só que com o espírito competitivo e adrenalina misturados, além de pouco juízo, saíam de lá em disputas, medindo forças. Passados quase 50 anos, o termo ficou e vai ganhando uma freguesia cada vez maior. Para batizar o novo modelo e homenagear toda uma geração, a TRIUMPH escolheu o nome do famoso autódromo de Thruxton como inspiração.</p>
<p><strong>2006</strong><br />
• Lançamento da DAYTONA 675, uma superesportiva que arriscou a reputação da engenharia da montadora inglesa, já que estava inaugurando uma categoria inédita, fora dos padrões habituais. Para começar, não tinha nem dois, nem quatro, mas três cilindros em linha. Em segundo lugar, não era nem uma 600, nem uma 750 (as famosas sete galo), ficando no meio do caminho, com um motor de 675cm³. O modelo foi aprovado nas ruas pelos consumidores, se tornando um verdadeiro sucesso.<br />
• Lançamento da SCRUMBLE, modelo urbano com linhas retrôs e de cilindrada mais baixa: 865 cc. Inspirada em modelo dos anos 50, a motocicleta foi lançada no filme Missão Impossível 3.</p>
<p><strong>2009</strong><br />
• Em comemoração aos 50 anos de uma de suas motocicletas de maior sucesso em todo o mundo, lançada em 1959, a marca britânica fabricou uma série especial e limitada, restrita a apenas 650 unidades, do modelo Bonneville, com o cuidado de preservar algumas características originais, mas empregando tecnologia atualizada.<br />
• Lançamento da THUNDERBIRD, quarta moto a ostentar esse nome na história da TRIUMPH. Desenvolvida para combinar estilo e performance, a motocicleta incorpora um espírito mais autêntico e exclusivo. O motor é o novo 1.599cc com injeção eletrônica de combustível, com a mudança de 6 velocidades capaz de desenvolver cerca de 80 cv.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-produtos.jpg" alt="" title="triumph produtos" width="350" height="126" class="aligncenter size-full wp-image-1631" /></p>
<p><strong>A evolução visual</strong><br />
O logotipo da TRIUMPH passou por várias modificações ao longo de sua história. O primeiro logotipo oficial, de 1902, era uma espécie de escudo. Somente em 1907 surgiu o tradicional logotipo com a assinatura TRIUMPH. Depois de algumas alterações, em 1934 surgiu o tradicional logotipo com a letra R esticada. Nos anos seguintes o logotipo sofreu pequenas alterações, adotou oficialmente a cor azul em 1990, e finalmente em 2005, foi modernizado assumindo sua identidade visual atual.</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-logos.jpg" alt="" title="triumph logos" width="256" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-1632" /></p>
<p><strong>Os slogans</strong><br />
<strong>Go your own way.</strong><br />
<strong>The Best Motorcycle in the World.</strong><br />
<strong>Trusty Triumph.</strong> (1910)</p>
<p><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/triumph-logo.jpg" alt="" title="triumph logo" width="260" height="103" class="aligncenter size-full wp-image-1633" /></p>
<p><strong>Dados corporativos</strong><br />
• Origem: <strong>Inglaterra</strong><br />
• Fundação: <strong>1886</strong><br />
• Fundador: <strong>Siegfried Bettmann e Maurice Schulte</strong><br />
• Sede mundial: <strong>Hinckley, Leicestershire, Inglaterra</strong><br />
• Proprietário da marca: <strong>Triumph Motorcycles Ltd</strong><br />
• Capital aberto: <strong>Não</strong><br />
• Chairman: <strong>John Bloor</strong><br />
• CEO: <strong>Tue Mantoni</strong><br />
• Faturamento: <strong>US$ 450 milhões</strong> (estimado)<br />
• Lucro: <strong>US$ 25 milhões</strong> (estimado)<br />
• Vendas globais: <strong>50.000 unidades</strong><br />
• Presença global: <strong>38 países</strong><br />
• Presença no Brasil: <strong>Sim</strong><br />
• Funcionários: <strong>3.500</strong><br />
• Segmento: <strong>Motocicletas</strong><br />
• Principais produtos: <strong>Motocicletas e acessórios</strong><br />
• Ícones: <strong>O modelo Bonneville</strong><br />
• Slogan: <strong>Go your own way.</strong><br />
• Website: <strong><a href="http://www.triumph.co.uk/" target="_blank">http://www.triumph.co.uk/</a></strong></p>
<p><strong>A marca no mundo</strong><br />
Com mais de 100 anos de história, a fabricante TRIUMPH está presente em mais de 35 países. Designada como marca premium, é uma empresa de capital fechado e tem 9 modelos em sua linha de modelos, sendo o menor deles com motorização de 675 cm3. Com forte atuação em países como Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Itália, Alemanha, Japão, Suíça, Suécia, França, Bélgica, Holanda e Japão, a TRIUMPH comercializa aproximadamente 50 mil unidades por ano. Equipada com tecnologia de ponta, a TRIUMPH tem à sua disposição uma das mais modernas, senão a mais moderna fábrica de motocicletas do mundo. O Triumph Owners Motorcycle Club (clube de proprietários de motocicletas da marca), fundado em 1949, tem hoje em dia.</p>
<p><strong>Curiosidade</strong><br />
• A TRIUMPH também produz uma enorme quantidades de roupas e acessórios para seus ávidos motociclistas.</p>
<p>Via <a href="http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2007/04/triumph-um-puro-sangue-ingls.html" target="_blank">Mundo das Marcas</a> [Ctrl C + Ctrl V]. Texto de Kadu Dias.</p>
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		<title>História da marca Buell</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 18:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Buell]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A sensação é realmente de estar voando, vendo à frente apenas os instrumentos do painel e o asfalto passando sob o nariz. Se levantar um pouco o rosto tirar o painel do campo de visão aí sim, parece estar voando. Motos originais e arrojadas no desenho e na técnica. A originalidade parece ser mesmo a<a href="http://duasrodas.blog.br/2009/05/08/historia-da-marca-buell/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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<img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-logo.jpg" alt="buell-logo" title="buell-logo" width="250" height="113" class="alignnone size-full wp-image-994" />
</div>
<p>A sensação é realmente de estar voando, vendo à frente apenas os instrumentos do painel e o asfalto passando sob o nariz. Se levantar um pouco o rosto tirar o painel do campo de visão aí sim, parece estar voando. Motos originais e arrojadas no desenho e na técnica. A originalidade parece ser mesmo a tônica da marca americana de motocicletas esportivas BUELL. Os aficionados que as dirigem garantem que a experiência é sensacional, muito parecida de estar sentado em um moto de competição.</p>
<p><strong>A história</strong><br />
Tudo começou quando o engenheiro e piloto de competição Erik Buell, que havia trabalhado durante quatro anos na tradicional Harley-Davidson resolveu deixar a empresa, em 1983, para realizar um grande sonho: construir uma motocicleta de competição americana que pudesse duelar com as motos importadas, especialmente as japonesas e italianas. Fundou então, na cidade de East Troy, em Wisconsin, a Buell Motorcycle Company. A primeira motocicleta produzida pela empresa, a BUELL RW 750, com motor dois tempos de quatro cilindros e 750cc, foi especialmente desenvolvida para competir na classe Formula 1 da AMA (American Motorcycle Association). Era uma motocicleta com excepcional performance nas curvas, característica que virou um dos pontos fortes da marca até os dias de hoje.</p>
<div align="center">
<img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-amarela.jpg" alt="buell-amarela" title="buell-amarela" width="300" height="212" class="alignnone size-full wp-image-993" />
</div>
<p>Porém, com a extinção desta categoria e a regulamentação do Campeonato de Superbikes, para 1986, ele partiu para o desenvolvimento de um novo modelo, a RR 1000, que utilizava um motor Harley XR 1000. Produziu 50 unidades até que acabasse o suprimento de motores; então passou a usar o 1200 da Harley, produzindo mais 65 motos. Depois da RR 1200 vieram a RS 1200 de dois lugares (primeira moto de estrada da marca), em 1989, e a RSS 1200, em 1992. Nesta altura as motos BUELL chamavam a atenção dos aficionados por performance e velocidade.</p>
<div align="center">
<img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-vermelha.jpg" alt="buell-vermelha" title="buell-vermelha" width="350" height="236" class="alignnone size-full wp-image-999" />
</div>
<p>Iniciou uma bem-sucedida parceria com a Harley-Davidson em 1993 quando a empresa comprou 49% de suas ações; sendo incorporada definitivamente em 1998. Nesse período a BUELL pode ser beneficiar de toda tecnologia e conhecimento da marca centenária. A vocação para inovar de todos os modelos BUELL foi construída em torno de uma filosofia: a Trilogia de Tecnologia. O preceito consiste em três regras para a fabricação das motos: rigidez de quadro, centralização de massa e baixo peso. Em outras palavras, o chassi rígido reduz a flexibilidade da motocicleta e aumenta sua estabilidade, especialmente em pisos irregulares. Outro ponto é o objetivo de limitar ao mínimo possível o peso de todos os componentes não sustentados por molas. Isso permite que os pneus mantenham contato constante com o piso. A menor massa não suspensa também resulta em maior agilidade, assegura tração o tempo todo, o que se traduz em desempenho, estabilidade e segurança.</p>
<div align="center">
<img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-traseira.jpg" alt="buell-traseira" title="buell-traseira" width="165" height="299" class="alignnone size-full wp-image-997" />
</div>
<p>A BUELL também é conhecida por desenvolver soluções inovadoras, como o freio ZTL (Zero Torsion Load), sistema no qual o disco de freio é fixado na parte de fora da roda dianteira, no aro, e não no cubo central, como nas motos existentes no mercado. Esse processo impede que o ato de brecar torça o disco e, com isso, proporciona uma frenagem mais segura. O resultado é uma redução de três quilos na parte frontal da motocicleta. Direcionada ao público jovem com idade entre 25 e 35 anos, a marca chegou ao Brasil pelas mãos do Grupo Izzo. A empresa escolheu a dedo o local onde seria instalada a primeira concessionária exclusiva (Buell Concept Store) no país em outubro de 2005: Rua Oscar Freire. Não é apenas nos equipamentos motorizados de duas rodas que a BUELL dissemina o seu nome. A montadora também se dedica no setor de acessórios e recentemente trouxe ao Brasil uma nova linha de capacetes. Em novembro de 2006 a BUELL construiu sua moto de número 100 mil desde sua fundação.</p>
<p><strong>As máquinas</strong><br />
Todas as motocicletas BUELL possuem centralização de massa (centro de gravidade baixo, inclusive com o escapamento direcionado para a parte de baixo da moto); tanque de combustível integrado ao chassi e tanque de óleo integrado à balança traseira (isso mesmo, a gasolina fica armazenada e circula dentro do quadro da moto e o óleo nas cavidades da suspensão traseira); freio dianteiro com pinça de 6 pistões (além do disco de freio ser invertido e acompanhar o aro da roda); e suspensão dianteira Showa tipo Upside Down. Sua linha é composta por modelos como:</p>
<p>• <strong>BUELL 1125 R:</strong> lançada em 2008, em comemoração aos 25 anos da marca, surgiu para romper alguns padrões: inédito motor fabricado pela austríaca Rotax, com refrigeração líquida, em substituição aos já tradicionais propulsores da Harley-Davidson que vinham equipando toda a linha BUELL ao longo dos anos. A moto superesportiva é a mais potente já desenvolvida pela empresa.</p>
<div align="center">
<div id="attachment_996" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-1125.jpg" alt="Buell 1125 R" title="buell-1125" width="320" height="199" class="size-full wp-image-996" /><p class="wp-caption-text">Buell 1125 R</p></div>
</div>
<p>• <strong>BUELL City Cross:</strong> motocicleta que se destaca pela distância reduzida entre eixos, que é de apenas 132 centímetros, equipada com motor de 984 cm3, que rende 92 cv de potência. O visual traduz o nome da moto, que através da posição de pilotagem privilegia a dirigibilidade e conforto. Não existe garupa.</p>
<p>• <strong>BUELL Lightning XB12S:</strong> Motocicleta compacta equipada com motor Thunderstorm de 1.200cc, injeção eletrônica, que combina força bruta com design minimalista proporcionando excelente dirigibilidade, especialmente nas curvas. Nesta motocicleta, o que chama a atenção mesmo é o quadro de seção retangular que “abraça” o falso tanque e o motor. Além da capa do tanque, elaborada em alguns modelos com material translúcido. A moto apresenta cores vivas, que transmitem ar de jovialidade (Laranja Translúcida, Preto ou Vermelho Translúcido). O visual inusitado desta BUELL é completado pelo duplo farol (um para luz baixa e outro para luz alta) e as rodas de liga-leve de seis raios. O escape sob o motor é outro destaque, não só estético, mas que também ajuda na concentração de massa.</p>
<p>• <strong>BUELL Lightning XB9XSX:</strong> motocicleta com motor dois cilindros em V, de 984cm³ de cilindrada, pesando apenas 177kg a seco e com distância entre eixos de 1.320mm, mostra-se uma devoradora de curvas, extremamente ágil e bastante divertida de pilotar. Essa característica rendeu ao modelo o título de streetfighter, ou guerreira urbana, já que é capaz de driblar o trânsito e proporcionar boas arrancadas.</p>
<div align="center">
<img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-vista-de-cima.jpg" alt="buell-vista-de-cima" title="buell-vista-de-cima" width="320" height="198" class="alignnone size-full wp-image-995" />
</div>
<p>• <strong>BUELL Lightning Super XB12STT:</strong> a quilométrica extensão do nome, uma interminável mistura de denominações, letras e números, é para designar que a mais nova integrante da família Lightning incorpora características esportivas em uma moto de rua. Uma fusão de estilos, entre o fora-de-estrada, o supermotard e o street fighter (guerreiro urbano). Do fora-de-estrada, a Super TT herdou o guidão equipado com cross bar, que é uma barra de reforço, além dos protetores de punho. Nas laterais, características esportivas, com adoção de acabamento porta números (number plates), como nas motos de competição. Mesmo visual adotado na mini-carenagem sobre o farol. O banco alto e plano, com 798mm de altura, permite movimentações como em uma on off-road, mas também facilita uma pilotagem estilo supermotard ou street fighter no asfalto.</p>
<p>• <strong>BUELL Ulysses XB12X:</strong> motocicleta que se sobressai do restante da linha BUELL pelo jeitão musculoso de big trail, com uma pitada de supermotard – rodas de aro 17” e pneus com perfil mais esportivo. Robusta, impressiona por sua estética, com destaque para o conjunto formado pelo largo quadro e balança, que “abraçam” as partes mecânica e ciclística. A moto conta ainda com suspensão de longo curso, banco largo, protetores de mão, escape sob o motor e um funcional triple tail, que serve de encosto para o garupa ou suporte para bagagem. Apesar de suas características visuais, esta sport adventure não foi feita para grandes deslocamentos na terra.</p>
<p>• <strong>BUELL Ulysses XB12XT:</strong> motocicleta big trail, classificada como Adventure, para encarar grandes viagens mais voltada para o turismo e o asfalto. Este modelo ganhou aperfeiçoamento aerodinâmico, com a adoção de um pára-brisas maior e desmontável, além de punhos aquecidos, para rodar à noite, ou no inverno, com duas regulagens de temperatura. Para levar toda bagagem necessária nas viagens, foi desenvolvido um kit (equipamento de série), composto de bolsas laterais e um bauleto central, que também serve de apoio para as costas do passageiro. O bauleto e as bolsas são rígidas, removíveis, fechadas com chave e à prova de água. A moto também possui tomadas de força de 12V, para conectar aparelhos externos, como sistema de navegação GPS, carregador de celular ou outras necessidades.</p>
<div align="center">
<div id="attachment_998" class="wp-caption alignnone" style="width: 340px"><img src="http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2009/05/buell-ulysses.jpg" alt="Buell Ulysses" title="buell-ulysses" width="330" height="230" class="size-full wp-image-998" /><p class="wp-caption-text">Buell Ulysses</p></div>
</div>
<p><strong>Os slogans</strong><br />
Own the corners. (2006)<br />
Different in every sense. (2003)</p>
<p><strong>Os dados</strong><br />
• Origem: Estados Unidos<br />
• Fundação: 1983<br />
• Fundador: Erik Buell<br />
• Sede mundial: East Troy, Wisconsin<br />
• Proprietário da marca: Harley-Davidson Motor Company<br />
• Capital aberto: Não (subsidiária)<br />
• Chairman: Erik Buell<br />
• CEO &#038; Presidente: John Hevey<br />
• Faturamento: Não divulgado<br />
• Lucro: Não divulgado<br />
• Produção anual: 10.000 unidades<br />
• Presença global: 80 países<br />
• Presença no Brasil: Sim (9 concessionárias)<br />
• Funcionários: 600<br />
• Segmento: Motocicletas<br />
• Principais produtos: Motocicletas esportivas, acessórios e equipamentos<br />
• Ícones: O design das motocicletas<br />
• Slogan: Own the corners.<br />
• Site: <a href="http://www.buell.com" target="_blank">buell.com</a></p>
<p><strong>A marca no mundo</strong><br />
A fábrica da BUELL está instalada na cidade de East Troy, em Wisconsin, nos Estados UNidos. Na unidade são produzidas cerca de 10 mil motos por ano, além de peças, acessórios e roupas especiais, vendidas em mais de 80 países ao redor do mundo.</p>
<p>Via <a href="http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/" target="_blank">Mundo das Marcas</a> <em>(copy.paste)</em></p>
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		<title>Tipos de moto</title>
		<link>http://duasrodas.blog.br/2008/02/13/tipos-de-moto/</link>
		<comments>http://duasrodas.blog.br/2008/02/13/tipos-de-moto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 16:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[Motos esportivas / desportivas As &#8220;esportivas&#8221;/desportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cm3 de cilindrada, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 310 km/hora reais. Sendo o recorde de velocidade da Suzuki GSXR Hayabusa, tendo havido um acordo entre marcas para<a href="http://duasrodas.blog.br/2008/02/13/tipos-de-moto/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Motos esportivas / desportivas</strong><br />
As &#8220;esportivas&#8221;/desportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cm3 de cilindrada, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 310 km/hora reais. Sendo o recorde de velocidade da Suzuki GSXR Hayabusa, tendo havido um acordo entre marcas para ficar todas as desportivas limitadas eletronicamente a 300 Km/hora. Em geral, possuem discos de travão duplos, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo/desportivo, e avanços com posição de pilotagem baixa, escapes com ruído esportivo/desportivo. São dotadas de carenagem, com o objetivo de reduzir a resistência com o ar. Atualmente, as montadoras aprimoram suas tecnologias nas pistas, durante campeonatos como o MotoGP e o Superbike. A relação peso-potência dessas motos já ultrapassou a barreira de 1:1, onde cada cavalo de potência &#8220;empurra&#8221; um peso inferior a um quilo.</p>
<p>Possuem pneus largos, visando uma boa área de contato com o solo, tanto em retas como em curvas. Geralmente possuem amortecedor de direção, a fim de se evitar o Shimmy, que, em muitos casos, pode levar o piloto a uma queda. O Shimmy consiste num movimento muito rápido dos avanços, virando de um lado para o outro, sem controle, e, normalmente, é causado por ondulações no asfalto. No painel, o que se destaca é o conta-giros, que mede as rotações por minuto. Geralmente fica numa posição de destaque e de fácil visualização. (Atualmente os velocímetros são digitais, assim como os marcadores de combustível, óleo, etc.).</p>
<p>Pela posição de pilotagem (o piloto fica praticamente deitado sobre o deposito, com o tronco inclinado para a frente e os pés para trás), não são motos muito confortáveis para utilização em vias urbanas, sendo mais indicadas para condução em rodovias/autopistas. Normalmente, o banco do pendura (garupa) é bastante desconfortável, e alguns modelos, por serem inspirados nas motos de corrida, nem mesmo têm esse banco disponível, sendo monolugares.</p>
<p><strong>Motos Custom</strong><br />
As custom (garfos dianteiros inclinados para a frente) são motos estradeiras, preferidas por um público mais tradicional. Não priorizam a velocidade e são mais voltadas ao conforto, mantendo a altura do banco baixo, pedaleiras avançadas, tanque grande em posição paralela ao chão de forma a proporcionar uma posição confortavel para pilotagem. São muito confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, com as costas geralmente apoiadas em encostos chamados de sissy bar.</p>
<p>A maioria das peças são cromadas e brilhantes, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. No Brasil, existem muitos moto clubes cujos integrantes apreciam o estilo das motos custom e que vêem nessas motos um estilo de vida. São as motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60 glamourizadas em filmes como Easy Rider (Sem Destino). Uma variação dentro desta categoria são as Roadsters, que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.</p>
<p><strong>Motos Chopper</strong><br />
As chopper são motos que derivam das custom, com a diferença na posição do tanque que é alto na frente e baixo atras formando uma linha com o eixo da roda traseira, o garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto, dai vem seu nome que, em inglês, significa cortar. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante despojado e agressivo. O conceito de moto chopper, originado dos EUA, foi disseminado mundo afora através do filme &#8220;easy rider&#8221; (sem destino), lançado em 1969, em que os atores Peter Fonda e Denis Hopper interpretam os dois motociclistas que viajam pela américa sobre suas choppers. Quando se fala em moto &#8220;chopper&#8221;, a primeira imagem que vem à cabeça é uma moto com muitos cromados, garfo dianteiro enorme, guidão alto (apelidado de &#8220;seca-sovaco&#8221;) e tanque em forma de gota. As motos do filme Easy Rider, que tinham nome (chamavam-se: Capitão América e Billy Bike), talvez sejam as &#8220;Choppers&#8221; mais famosas do mundo.</p>
<p>A partir desse momento, o design da moto chopper se difundiu, o que levou os proprietários das Harley e das Indians a modificarem suas motocicletas em busca do visual chopper. Hoje, a industria de motos chopper continua com seu espirito &#8220;hand made&#8221;, mas não mais modifica motos de linha, e sim constrói as motos, desde o chassi, motor, tudo personalizado. A febre chopper é tamanha, que existe até um programa de tv, mostrando o dia-a-dia de uma fábrica de choppers, o American Chopper (Orange County Choppers, no original).</p>
<p><strong>Motos Naked</strong><br />
As naked (&#8220;nuas&#8221;), são motos que têm bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor e conjunto mecânico, mas modificadas para permitir uma posição de pilotagem menos deitado, e mais sentado, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas, porém não possuem carenagem (que são caras e freqüentemente são danificadas quando na condução em vias de muito tráfego). Com faróis redondos e pneus esportivos, possuem design misto entre motos de passeio e motos esportivas. São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade, e apresentam bom desempenho nas estradas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento (pela posição de pilotagem sentado) no caso das viagens. Existem no mercado bolhas e semi-carenagens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.</p>
<p><strong>Motos de todo o terreno</strong><br />
As motos &#8216;de todo o terreno são as off-road, a saber nas suas diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, trial, raids e trail. Como exemplo de modelos destas variantes, respectivamente, citamos: Kawasaki KX-F 250, KTM EXC 400, KTM XC 250, GAsGAs TXT 280, KTM 660 e BMW F650GS. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra (tipo tacos) e rodas maiores, para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.</p>
<p>O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cm3 de cilindrada ou mais. Dentro desta categoria, existem as Big Trail, motos de uso misto para viagens longas que incluem trechos de off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, com pneus de uso misto e tanques de combustível que chegam a 40 litros, para permitir boa autonomia em trechos longos em que não é possível o reabastecimento. São a maioria das motos que participam do Rally Paris-Dakar.</p>
<p>Outra variação dentro desta categoria são as MotoCross, indicadas para participação em campeonatos de velocidade/saltos em terra ou de rally, vendidas sem acessórios obrigatórios para utilização em vias urbanas (espelhos, piscas, lanternas). Uma nova variação dentro da categoria Trail são as Motard e Supermotard(que veremos a seguir), motos originalmente de trail/cross mas que foram adaptadas para competições em circuitos que alternam trechos de alta velocidade em asfalto com trechos de terra e saltos. Utilizam motores com capacidade cúbica acima de 600 cm3 de cilindrada.</p>
<p><strong>Motos Supermotard</strong><br />
As supermotard são motos que estão entrando no mercado, com as montadoras voltando suas atenções pra esse nicho, de motos trail com ciclística esportiva, com rodas e pneus esportivos. Existem muitas competições, inclusive agora no Brasil. Nos campeonatos, as motos enfrentam trechos de asfalto e de terra, às vezes até com alguns saltos. São chamadas também de fun bikes ou de Super Moto. O que caracteriza uma moto SuperMotard é o aro das rodas, sempre de 17 polegadas.</p>
<p><strong>Motos Pocketbikes</strong><br />
As pocketbikes ou motos de bolso, são muito conhecidas no exterior, e estão chegando ao Brasil. São mini-motos de alta performance, voltadas para o público adulto. Em sua maioria possuem 13 cavalos e suportam um peso de até 110 Kg. Podem até ser levadas embaixo do braço, devido ao seu tamanho. Possuem tanque de gasolina de 1 litro, que já garante bastante diversão. Existem corridas de pocket bikes para o público adulto, mas apenas no exterior. No Brasil estas corridas ainda são voltadas apenas para crianças, que correm em kartódromos. Os modelos nacionais ainda estão muito longe de concorrer com os modelos importados, mas o mercado está demandando bastante esta novidade.</p>
<p><strong>Motos Street</strong><br />
As street são motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente de 125 cilindradas. A posição de pilotagem é sentada, com os pés apoiados nas pedaleiras. Apresentam desenho simples, com banco para garupa, sem muitos acessórios, e permitem a utilização entre os veículos nas vias urbanas (corredores). Variações com motores de 150, 200 e 250 cilindradas com desenho semelhante às de 125 cilindradas também são vendidas. No passado, a Honda-Brasil vendeu motos street de 400 e 450 cilindradas, com desenho de motos street, mas com dimensões proporcionalmente maiores ao aumento de cilindrada, perdendo parte da mobilidade no trânsito. A maioria das street apresentam velocidades máximas por volta de 110 km/ hora.</p>
<p><strong>Motos Underbone</strong><br />
As underbones são motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixas cilindradas (abaixo de 125 cilindradas), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Com essas características, são bastante utilizadas por empresas com serviços de entrega urbanas (moto-boys), por unir a facilidade da condução em corredores das vias urbanas ao baixo custo da moto e baixo custo operacional. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas de cerca de 100 km/ hora.</p>
<p><strong>Motos Scooter, Motoneta ou Lambreta</strong><br />
São motos que permitem a posição de pilotagem sentado e com os pés apoiados no piso, sem a necessidade de usar os pés para a troca de marchas, montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variaveis. maioria das scooters possui 50cc equipadas com motores 2 tempos. Acima disso se encontram as de 4 tempos. Usadas para pequenos deslocamentos e lazer, apresentam compartimentos porta-capacetes que permitem ao usuário deixá-lo escondido na moto enquanto não estão sendo utilizados.</p>
<p>Diferentemente do que se pensa, só é permitida a condução desse tipo de moto por pessoas maiores de 18 anos, devidamente habilitada e com a moto emplacada.</p>
<p>Geralmente, as motos de baixa cilindrada (de 50 a 100), apresentam baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Existe uma nova tendência de equipar as scooters com motores maiores, de até 400 cilindradas (Suzuki Burgman), para atingir uma pequena fatia do mercado de usuários que querem maior desempenho aliado ao conforto de pilotar com os pés apoiados.</p>
<p><strong>Motos Baby</strong><br />
As &#8220;Baby&#8221; são motos das décadas de 20 e 30. São caracterizadas por serem bem rústicas pois as primeiras motos desse estilo eram &#8220;rabo duro&#8221; (sem amortecedor traseiro), o centro de gravidade é bem baixo, seu tom de pintura bem peculiar, haja vista que eram utilizadas até 14 camadas de tinta (a moto ficava com o tom de cor parecido com o de panelas esmaltadas). A marca de moto Baby mais famosa do mundo é a Indian. Há quem diga que as motos custom derivaram das Baby.</p>
<p><strong>Motos Dual Purpose</strong><br />
São motos que servem tanto para estradas quanto para terrenos &#8216;off road&#8217;. Estas motocicletas, também chamadas de &#8216;big trail&#8217;, geralmente são de maior porte e com motores acima de 600cc. Possuem tanque grande para proporcionar maior autonomia.</p>
<p><strong>Motociclos</strong><br />
Motos capazes de ultrapassar 50 Km/h e que possuem cilindrada superior a 50cc.</p>
<p><strong>Ciclomotores</strong><br />
Motos capazes de chegar até 50 Km/h e que possuem cilindrada inferior a 50cc.</p>
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		<title>História da Suzuki e seu logotipo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Suzuki]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1909, quando a empresa foi fundada por Michio [BP]Suzuki[/BP], na pequena aldeia de Hamamatsu, no Japão, eram teares que saíam de sua linha de produção. Após 30 anos dedicando-se exclusivamente ao desenvolvimento e à produção dessas complexas máquinas, Michio percebeu que deveria diversificar seus negócios. Não porque o mercado têxtil estivesse mal. Seus teares<a href="http://duasrodas.blog.br/2008/02/06/historia-da-suzuki-e-seu-logotipo/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center">
<img src='http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2008/02/suzuki-logo.jpg' />
</div>
<p>Em 1909, quando a empresa foi fundada por Michio [BP]Suzuki[/BP], na pequena aldeia de Hamamatsu, no Japão, eram teares que saíam de sua linha de produção. Após 30 anos dedicando-se exclusivamente ao desenvolvimento e à produção dessas complexas máquinas, Michio percebeu que deveria diversificar seus negócios. Não porque o mercado têxtil estivesse mal. Seus teares foram desde o início um sucesso de vendas. Mas, na visão do empreendedor, era preciso expandir. Analisando as demandas do consumidor da época, Suzuki decidiu produzir carros compactos. Assim, em 1937, começam a ser feitos os primeiros projetos de carro da futura montadora e, em apenas dois anos, a Suzuki já exibe inúmeros protótipos construídos.</p>
<div align="center"><img class="boo-box-link vitara" src="http://aletp.com/images/blog/suzuki1.jpg" /></div>
<p>Os primeiros automóveis eram munidos do então inovador motor quatro tempos de 4 cilindros e 13 cavalos de potência. Com a iminência da Segunda Guerra Mundial, a história de sucesso da montadora teve de ser adiada. Para o governo japonês, carros de civis eram considerados artigos dispensáveis e, assim, o planejamento de novos veículos foi deixado de lado por um tempo. Quando a guerra terminou, a Suzuki precisando se recuperar rapidamente, voltou a produzir os já renomados teares. Em 1951, com o mercado de algodão desmoronando, a fábrica não conseguiu mais se manter apenas com a venda de seus teares e, mais uma vez, a atenção se voltou para os automóveis.</p>
<div align="center">
<img src='http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2008/02/burgman125-preta.jpg' alt='Burgman 125' />
</div>
<p>Depois da guerra, os japoneses sentiram necessidade de um transporte pessoal, disponível e seguro. Várias empresas começaram a oferecer máquinas movidas a gás que podiam ser fixadas à [BP]bicicleta[/BP] comum. O primeiro esforço da Suzuki no mundo de duas rodas apareceu, em 1952, na forma de uma bicicleta motorizada chamada Power Free. Projetado para ser barato e simples de construir, o modelo contava com um motor dois tempos de 36cc. E assim nasceu a Suzuki Motor Corporation. Em 1954, quando a produção mensal de motocicletas já chegava à marca das 6.000 unidades, a empresa criou o Suzulight, pequeno automóvel que deu início à era dos compactos no Japão. Dotado de motor dois tempos de 360 cm³ e suspensão independente, o carro foi um dos pioneiros nos projetos de tração dianteira no país.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que foi expandindo suas fábricas e revendas para outros países, a Suzuki aumentou significativamente sua linha de veículos. Em 1968, teve início o desenvolvimento do primeiro mini-carro com tração nas quatro rodas, o LJ, que dois anos mais tarde passaria a ser comercializado com o nome de Jimny. A diversificação veio também nas áreas de atuação. Com o nome já reconhecido por suas motocicletas, carros e motores de popa, a Suzuki entra, em 1974, no campo de [BP]equipamentos médicos[/BP] (com a comercialização da [BP]cadeira de rodas motorizada[/BP] Suzuki Motor Chair Z600) e de imóveis (com a produção de [BP]casas pré-fabricadas[/BP]). Em 1982, a empresa inova mais uma vez e dá início ao próspero mercado de veículos para todos os terrenos, lançando o quadriciclo QuadRunner LT125, posteriormente copiado por outras empresas. Além das pesquisas realizadas em laboratórios, outras fontes de informações para o desenvolvimento de tantos produtos inovadores foram, e continuam sendo, as competições.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong><br />
• Assim, o que era um pequeno grupo de engenheiros dedicados a projetos da melhor maquinaria de tecelagem do mundo, cresceu e se tornou uma companhia mundial de quase 15.000 pessoas que cria e distribui produtos em mais de 190 nações.<br />
• São quase 1.8 milhões de veículos vendidos por ano em todo o mundo.<br />
• Hoje a marca está ganhando mercado e se popularizando com a linha de 125 cc que conta com a <boo>[BP]Scooter Burgman AN125[/BP]#burgman</boo>, e as motos Yes e <boo>[BP]Intruder[/BP]#intruder</boo>.</p>
<p>Via <a href="http://aletp.com" target="_blank">Aletp</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>História da Honda e seu logotipo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Honda]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1946, Sochiro [bp]Honda[/bp], funda a Honda Technical Research Institute, na cidade de Hamamatsu no Japão. Era o início de um dos maiores sucessos da indústria automobilística e de motocicletas. A fundação da empresa deveu-se muito ao sonho de Sochiro em produzir motos em massa. Em 1947, a bicicleta A-Type é o primeiro produto fabricado<a href="http://duasrodas.blog.br/2008/02/06/historia-da-honda-e-seu-logotipo/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center">
<img src='http://duasrodas.blog.br/wp-content/uploads/2008/02/logo-honda.jpg' />
</div>
<p>Em 1946, Sochiro [bp]Honda[/bp], funda a Honda Technical Research Institute, na cidade de Hamamatsu no Japão. Era o início de um dos maiores sucessos da indústria automobilística e de motocicletas. A fundação da empresa deveu-se muito ao sonho de Sochiro em produzir motos em massa. Em 1947, a bicicleta A-Type é o primeiro produto fabricado pela Honda. No ano seguinte era fundada a Honda Motor Co. Ltd. Em 1949 tem início a produção da motocicleta D-Type Dream, motor dois tempos e 98cc. O nome Dream foi dado em referência ao sonho de Sochiro Honda em construir uma moto completa. Em 1951 a moto Dream vendia cerca de 130 unidades por dia, comprovando o sucesso da empresa em apostar neste tipo de veículo. No ano seguinte a empresa lança a moto F-Type, uma moto 50cc, que em menos de 1 ano alcançava a marca de 6.500 unidades vendidas por mês. Em 1953 a empresa introduz a moto conhecida como “Benly”, em japonês significa “conveniência”, equipada com motor 90cc. A Scooter Juno, com motor 200cc foi lançada em 1954 para concorrer com a Vespa que estava sendo trazida para o Japão. A partida elétrica foi introduzida nas motos modelos Dream em 1958. Uma década após sua fundação, a Honda Motors se estabelece nos Estados Unidos, vendendo suas primeiras motocicletas em território americano. Ainda nesse ano a empresa introduz sua primeira moto na Europa. Em 1962 lançou a famosa campanha <strong>“You meet the nicest people on a Honda”</strong>, mostrando que a motocicleta não era somente para pessoas duronas e rebeldes. No ano seguinte é lançado o S500, primeiro carro esporte do Japão. Em 1964 a montadora ingressa na fórmula 1, conquistando sua primeira vitória no ano seguinte. Em 1966 a montadora lança no mercado o pequeno carro N360. No ano de 1969, a motocicleta CB750 é lançada nos Estados Unidos e no Japão. Em 1972 a empresa lança um de seus maiores sucessos na linha automobilística, o Honda CIVIC. Enquanto isso no Brasil, a montadora lançou em 1976 um dos maiores sucessos no mercado de motocicletas, a <boo>CG 125#cg 125</boo>. Em 1978 é a vez da estréia do Honda Prelude.</p>
<div align="center"><img src="http://aletp.com/images/blog/honda-motos.jpg"></div>
<p>No início da década de 80 a produção do automóvel ACCORD atingia a marca de 1 milhão de unidades produzidas no mundo. Foi nesta mesma época que ocorreu, no Brasil, o lançamento da moto CB 400. Em 1982 o Honda ACCORD estréia no mercado. A década de 90 começou muito bem para montadora, o modelo ACCORD se tornou o carro mais vendido nos Estados Unidos. Também eram anunciados os cintos de segurança pré-tensionadores e o air bag para passageiros em seus modelos de carros. Nesse mesmo ano é lançado o carro esporte Acura NSX. Em 1994 a montadora ingressa na Fórmula Indy e conquista três campeonatos em 6 anos na competição. No ano de 1998, para reforçar ainda mais o grande sucesso do ACCORD, foi introduzida a campanha específica para o modelo com o slogan “The shortest connection between head and belly”. No ano de 2002, a montadora além de comemorar a produção de 2.000.000 de unidades do modelo CG125, motocicleta líder do mercado brasileiro em todos os tempos, lançou no Brasil a sétima geração do modelo CIVIC, sucesso de vendas em mais de 140 países, com quase 15 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento em 1972. Em 2001, o Honda ACCORD é mais uma vez líder de vendas nos Estados Unidos. Neste mesmo ano introduziu o slogan <strong>“The power of dreams”</strong>, e no ano seguinte lançou o Honda Fit. Em 2006 foi introduzido o novo Honda Civic totalmente reestilizado.</p>
<p><strong>O Valor</strong><br />
Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca Honda está avaliada em US$ 14.87 bilhões, ocupando a posição de número 18 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong><br />
• A Honda é a terceira maior montadora japonesa, perdendo apenas para a Toyota e a Nissan, sendo a maior produtora de motocicletas do planeta.<br />
• Possuí mais de 125 mil funcionários. A empresa ainda é proprietária da marca ACURA.</p>
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<p>Via <a href="http://aletp.com" target="_blank">Aletp</a></p>
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		<title>História da Yamaha e seu logotipo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Temperini</dc:creator>
				<category><![CDATA[História das Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Yamaha]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa foi fundada em 1887 por Torakusu [BP]Yamaha[/BP] como produtora de órgãos (aparelhos musicais). Somente em 1955 com a fundação da Yamaha Motors Corporation, a empresa começou a fabricar suas primeiras motocicletas em série. A primeira motocicleta de sucesso foi a YA1, conhecida pelos entusiastas japoneses como Akatombo (Red Dragonfly), estabelecendo a reputação da<a href="http://duasrodas.blog.br/2008/02/06/historia-da-yamaha-e-seu-logotipo/">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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<p>A empresa foi fundada em 1887 por Torakusu [BP]Yamaha[/BP] como produtora de órgãos (aparelhos musicais). Somente em 1955 com a fundação da Yamaha Motors Corporation, a empresa começou a fabricar suas primeiras motocicletas em série. A primeira motocicleta de sucesso foi a YA1, conhecida pelos entusiastas japoneses como Akatombo (Red Dragonfly), estabelecendo a reputação da empresa em fabricar motos duráveis e de ótima qualidade. Sua reputação aumentou com a entrada da empresa nas competições de motociclismo. Esta moto possuía 125cc, cilíndrico único e motor dois tempos, sendo vendida apenas no Japão. Porém a primeira moto desenvolvida e desenhada pela YAMAHA só foi produzida em 1957, batizada de YDI, foi lançada em versão de competição.</p>
<p>A produção de motocicletas nessa época era ainda modesta, 15.811 unidades, inferior a Suzuki e Honda. No ano de 1958 as motocicletas Yamaha começaram a serem vendidas nos Estados Unidos pelo distribuidor autorizado Cooper Motors. Em 1959 lançou a primeira motocicleta esportiva produzida por uma fábrica japonesa. Em 1960 a produção cresceu 600% chegando a 138 mil unidades. Ainda este ano a empresa se estabeleceu oficialmente nos Estados Unidos. Foi nessa época, com o Japão vivendo uma depressão, que a empresa começou a exportar suas motocicletas. Em 1964 as exportações chegavam a 87 mil unidades. No ano seguinte a produção atingiu 244 mil unidades, sendo 50% para exportação. A primeira fábrica no exterior foi inaugurada em Siam no ano de 1966 para atender o sudeste asiático. No ano seguinte a produção da Yamaha ultrapassou a da Suzuki.</p>
<p>Em 1968 é introduzida a motocicleta DT-1 Enduro, primeira moto que poderia ser utilizada tanto na cidade como para fazer trilhas. Nesse mesmo ano é lançado o primeiro Snowmobile (espécie de moto para neve). Em 1969 a empresa construiu seu próprio circuito perto de sua fábrica na cidade de Iwata. Em 1970 a empresa oferecia cerca de 20 modelos que iam desde 50cc à 350cc. Nesse mesmo ano introduziu no mercado sua primeira motocicleta 4 tempos com motor 650cc. Em 1972 introduziu o modelo TX750. No ano de 1973 a produção rompeu a barreira dos 1 milhão de unidades produzidas. Nesse mesmo ano lançou a moto TX 500. A XS Eleven, lançada em 1977, era na época a maior motocicleta produzida por fabricantes japoneses. No ano seguinte é introduzido no mercado americano o carro de golfe movido a gás. Ainda nessa década, os modelos RD250 LC e <boo>RD350#rd 350</boo> LCA fizeram um enorme sucesso. Na começo da década de 80 a produção atingiu a marca de 2.2 milhões de unidades produzidas. Foi nesta década que a Yamaha introduziu as motos compactas XJ, que iam de 550cc até 1100cc, além das motos de 750cc e 1000cc.</p>
<div align="center"><img src="http://aletp.com/images/blog/moto+yamaha.jpg"></div>
<p><strong>No Brasil</strong><br />
A Yamaha se instalou no Brasil em 1970 para iniciar a importação e distribuição de motocicletas, <boo>motores de popa#motores de popa</boo>, peças genuínas e prestação de assistência técnica através de Rede de Concessionárias Autorizadas. Já em 1974 é fabricada a RD 50, logo afetuosamente chamada de “cinquentinha”, a primeira motocicleta nacional. Em seguida apresentou os modelos RD75 e RS125, proporcionando ao consumidor uma ascensão gradativa do modelo de 50 cc. Depois vieram os modelos TT125 em 1978 e a famosa [BP]RD 350[/BP] no ano de 1986.</p>
<p><strong>Curiosidade</strong><br />
• A Yamaha é a segunda maior produtora de motocicletas do mundo.</p>
<p>Via <a href="http://aletp.com" target="_blank">Aletp</a></p>
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