Data: 18 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Quadriciclos, Suzuki | 1 Comentário »

O LT-A750X KingQuad da Suzuki é um quadriciclo como nenhum outro. Unindo características de um ATV ao mesmo tempo funcional e esportivo, foi projetado não apenas para ser o melhor ATV esportivo/utilitário da atualidade, mas o melhor já fabricado em todos os tempos.

Confira abaixo algumas características da máquina:
• Motor quatro tempos de 722 cm³, arrefecido à água, com quatro válvulas e duplo comando de válvulas, entregando incrível potência e torque;
• Sistema de injeção eletrônica de combustível, proporcionando economia e favorecendo a aceleração;
• Filtro de ar com elemento de papel e espuma, facilitando a limpeza e reduzindo a manutenção;
• Limitador de RPM para a marcha ré, aumentando a segurança do piloto;
• Motor montado sobre coxins de borracha, diminuindo a vibração;
• Proteção de plástico para o motor e o chassi, aumentando a segurança;
• Suspensão totalmente independente na dianteira e traseira com cinco ajustes de pré-carga da mola, proporcionando dirigibilidade, aderência e conforto;
• Freios a disco hidráulicos na dianteira e multidiscos banhados a óleo na traseira, fornecendo segurança e potência de frenagem;
• Avançado sistema de freio motor, garantindo maior segurança;
• Prática e confortável transmissão QuadMatic totalmente automática;
• Alavanca de câmbio para selecionar os modos normal, reduzido, neutro e estacionamento;
• Bagageiros resistentes com pintura reforçada na dianteira e na traseira;
• Acionamento da tração 4×2, 4×4 e bloqueio do diferencial no guidão;
• Tanque de combustível montado sob o assento.

O KingQuad LT-A750X está disponível nas cores verde, preto e vermelho e é comercializado a partir de R$ 31.680,00.
Para conhecer mais do quadriciclo, acesse o site suzukimotos.com.br/hotquad

Via Suzuki
Data: 18 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Acidentes | Sem Comentários »
Sei que a palavra “acidente” não deve nem constar no dicionário do motociclista, mas esse vídeo que estou postando, e que ví no blog da MxParts, realmente me impressionou bastante. Mostra que àquela velha máxima: “dirija para você e para os outros”, tem a sua verdade.
No vídeo um ônibus causa um acidente em uma estrada japonesa onde arrasta (e destrói) quase uma dezena de carros. Imaginem um motociclista aí no meio.
São 3 câmeras (uma na frente e uma de cada lado do ônibus) que mostram a sequência em que o acidente acontece por todos os ângulos. O editor do MxParts viu o vídeo no blog Buteco da Net. Neste, seu editor, Humberto Oliveira, escreve uma verdade: “A grande vantagem de ter várias câmeras em um ônibus é que facilmente consegue-se descobrir as causas”, ou seja, os veículos comerciais deveriam tê-las instaladas de forma obrigatória.
[se estiver lendo este via feed/rss ou pela news enviada por email, clique aqui para assistir]
Data: 10 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, SuperBike Series | Sem Comentários »

Desde a última conturbada eleição da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) em agosto de 2007, quando a entidade mudou de mãos, é cada vez mais comum ouvir nos boxes e paddocks reclamações sobre a nova administração. Agora, a má situação do motociclismo nacional, que nos últimos dois anos perdeu mais da metade de sua receita total, começa a ganhar destaque cada vez maior na mídia.
Em entrevista gravada e exibida ontem no programa Limite, da ESPN Brasil, o ex-piloto da Moto GP Alex Barros e especialistas, debateram sobre a atual situação do motociclismo brasileiro.
Para o maior ídolo brasileiro da motovelocidade nacional “o motociclismo está carente. Tenho 21 anos de carreira profissional, com tantos Moto GPs que já tiveram aqui, acho que o esporte era pra estar em outra dimensão. Ano passado o motociclismo teve uma caída muito grande em todos os aspectos: estrutura, organização, eventos”.
O ídolo concluiu ainda dizendo que “Os dirigentes das federações e da confederação não fizeram o trabalho que tem que ser feito. Não fizeram o trabalho na organização, nos projetos tanto no nacional quanto nos regionais”.
Já para o comentarista especializado Flavio Gomes “o motociclismo morreu, acabou. Por conta única e exclusiva dos dirigentes. Em geral os dirigentes esportivos brasileiros são uma porcaria. Não tem lugar no mundo onde se vende mais motocicletas que no Brasil e todas as montadoras sabem disso”.
Os especialistas do programa de TV ainda sugeriram que com tanta marca de moto no Brasil, os dirigentes deveriam sentar com as montadoras, inclusive as chinesas, e propor um campeonato barato voltado para revelação de novos talentos.
No ano passado, o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade foi considerado pelos pilotos como o mais fraco dos últimos anos. Devido ao baixo nível de organização da competição e a falta de mídia.
“Temos que ser muito gratos a iniciativas como esta, do SBK Series. A motovelocidade no Brasil estava acabando. Desde que esta atual gestão assumiu, há dois anos, o nível do campeonato caiu muito, muita gente deixou de competir e, mesmo quem ainda participava, estava desanimado e disposto a parar”, comentou Alecsandre “Doca” Brieda, que tem seis títulos brasileiros no currículo, se referindo ao SBK Series, evento que, de forma inédita, está sendo organizado pela iniciativa privada.
Eu sinceramente acho que as coisas estão mudando sim, hoje mesmo fiz um post no Motorpasión Brasil, onde relato a 1ª etapa da SuperBike Series. Mesmo com todos esses problemas, há 130 pilotos inscritos para correr neste ano. Sendo que 40 deles só na categoria SBK.
O mundo, comercial, das duas rodas tem tido um crescimento absurdo nos últimos anos aqui no Brasil, e isso vai alavancar qualquer coisa que tenha a ver com motos, inclusive as competições. A iniciativa privada organizou o SBK Series e acredito que seja apenas a ponta do iceberg.
Clique aqui e confira um trecho da reportagem.
Via Yes Sports
Data: 9 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Competições, MotoGP | Sem Comentários »
Como havia sido divulgado no ano passado, a partir de 2012 a MotoGP terá a entrada das motos de 1.000 cc. Nos recentes testes realizados pelas equipes de MotoGP em Sepang, os dirigentes sentaram para definir as regras para que essa mudança aconteça.
O aumento de cilindrada é visto com bons olhos, principalmente por pilotos e adeptos da modalidade. Desde que foram introduzidas as 800 cc, as críticas não pararam, na grande maioria das vezes devido à monotonia que estas motos vieram trazer para as corridas de MotoGP, em comparação com as antigas 990 cc.
De acordo com Hervé Poncharal, diretor da equipe Yamaha Monster Tech3 e presidente da IRTA – Associação das Equipes de Competição – as regras ainda não foram decididas pois é necessário analisar os custos, e os fabricantes têm de decidir o que vão fazer tendo em conta as várias possibilidades que as regras conhecidas até ao momento oferecem, tendo dado o exemplo da sua própria equipe, a Tech3.
Segundo disse Hervé: “Talvez a Yamaha continue com a moto de 800 cc por mais um ou dois anos? Ou talvez eles queiram alugar-nos a moto, enquanto eles correm com a 1000 cc? Ou talvez eles queiram que nós os ajudemos a desenvolver a 1000 cc desde o início? Ainda não sei. Vou estudar com a Yamaha porque as regras dizem até 1000 cc, com quatro cilindros. Portanto existe a possibilidade de participar com uma moto de menor cilindrada. Por isso parece que existe a possibilidade para os fabricantes – se eles o quiserem – de continuar a utilizar a moto de 800 cc. Não digo que é o que vai acontecer. Digo que existe essa possibilidade. Vai ser uma questão de custos.”
Ainda de acordo com Poncharal as regras devem ficar totalmente definidas e conhecidas antes da primeira corrida em abril. Todos querem que as regras sejam válidas e fixas por cinco anos, mas com um certa flexibilidade para o caso de alguma coisa acontecer.
Corridas com motos de cilindradas diferentes competindo entre si, não são novidade no Mundial de Velocidade. As 500 cc (de 2 tempos) já estiveram na pista ao mesmo tempo que as 990 cc (4 tempos) e, para esta temporada, havia a possibilidade de participar na nova categoria Moto2, com motos de 250 cc (2 tempos), ou com as novas motos de 600 cc (4 tempos). Todas as equipes optaram pelas 600 cc, e as 250 cc chegaram mesmo ao fim da sua vida na competição.
Via Motociclismo.pt
Data: 8 fevereiro, 2010 | Autor: Alessandro Temperini | Categoria(s): Dicas | 1 Comentário »
O amigo, e também editor do Motorpasión Brasil Eduardo Meireles, postou há alguns dias um artigo sobre aplicativos úteis para motociclistas que usam iPhone. Eu como macmaníaco que sou, não poderia deixar essas informações passar batidas aqui no Duas Rodas. São eles o Greatest Road e o Motorcycle Track Log, desenvolvidos para uso tanto em viagens quanto no trânsito urbano.

Greatest Road
Tá pensando em fazer uma viagem intercontinental de moto? O Greatest Road foi feito para você, ele contém mapas rodoviários do mundo inteiro para você montar o seu roteiro de viagem. O usuário pode verificar se o trajeto já foi realizado por outros motoristas que usem o aplicativo e ler qualificações e sugestões a respeito do roteiro a ser seguido.
Você também pode adicionar seus comentários e compartilhar suas experiências. O aplicativo tem um custo de 5,50 euros.
Um curiosidade é que além dos tradicionais trechos de estrada asfaltada, o programa conta também com trechos off-road.

Motorcycle Track Log
Já o Motorcycle Track Log é um programa destinado aos motociclistas que prezam pelo desempenho. Com ele é possível guardar os parâmetros de uma suspensão ideal, tanto dianteira quanto traseira, e associá-los a uma motocicleta real.
Além disso pode-se adicionar outros parâmetros adicionais como o trajeto, condições meteorológicas e a temperatura, etc. Ou seja, quando você for realizar determinado trajeto mais de uma vez, a partir da 2ª já sabe de que forma re-alinhar a moto para então comparar seus tempos com o de outros dias em outras condições. Custa aproximadamente 8 euros.
Vale lembrar que proprietários do iPod Touch também pode comprar esses aplicativos no AppStore.